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quizás por el contenido de la revista quería reseñar que me plantea más interrogantes de los que puedo resolver y aquí van unos cuantos..
¿cual es el verdadero sentido de realizar arquitectura hoy en día?, en el fondo ¿no es una búsqueda desesperada de una sensibilidad adecuada a los tiempos que vivimos? ¿cómo podemos, sin desesperanza acometer la tarea de entender nuestro mundo?
lo único que puedo hacer al respecto es trabajar lo más honradamante que puedo en resolver los problemas parciales que el poco trabjo existente pone a mi disposición, y consolarme pensando que "no son genios lo que necesitamos ahora".....
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gostaria propor uma discussão sobre a arquitetura para o próximo milênio.
qual será seu perfil...?
alex
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CHABOLIZAR.
Lo que el cliente hace en el momento de apropiación del proceso proyectual arquitectónico. Tiene su origen filosófico en la máxima: "El cliente siempre tiene la razón". Esta procede de las técnicas de marketing de los almacenes El Corte Inglés, lugar donde el cliente suele hacer sus compras.
Admite por tanto como sinónimo el verbo " Corti-jear " , localismo y variante más estendida en nuestro país.
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Felicitaciones por vuestro canal de comunicacion.
Les invito a visitar argentinasite.com en donde podran encontrar, los Premios Vitruvio de Arquitectura, el Museo Nacional de Bellas Artes entre otros tópicos de interés.
Bienvenidos.
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Estou interessado em contribuir com artigos para a revista, aqui um breve artigo a respeito de uma praça que foi a base para a construção da cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, Brazil.
A PRAÇA DA ESTAÇÃO EM BELO HORIZONTE (Minas Gerais/Brazil)
Fábio José Martins de Lima - Arquiteto.
A Praça da Estação, em frente à Estação Central Minas em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi o local de onde partiu "...a rua de 35 metros, perpendicularmente, em torno de 800 metros". Em seguida, "...depois dessa
avenida (da estação) perpendicular ao Ramal Ferreo, viria a grande avenida de 50 metros de largura em direção ao Cruzeiro". Este eixo principal da cidade, o bulevar que a atravessou de norte a sul em um percurso de mais de três quilômetros, teria em um dos extremos
"...a Egreja que tem de substituir a velha matriz do arraial", o que não foi realizado. Continuando os trabalhos, "...depois de locar a avenida que vai para o Alto da Boa Vista, a turma vai locar a contorno, até o Arrudas (...) a partir aí seriam feitas novas instruções para locação, divisão e demarcação dos lotes". Da Praça da Estação se irradiaram os componentes projetados. Em frente à Estação Central, para transpor o Ribeirão do Arrudas foi construída uma ponte
a ponte David Campista - por onde transitou todo o material de construção e cargas de toda natureza, bem como, os visitantes que por ali chegassem. Este ribeirão, "...canalisado para o embellesamento da cidade", como se desejava,
teve "...uma alameda dupla, de 20 metros de largura de cada lado", que o acompanhava. Para a enorme esplanada, que se abria, em frente à praça, foi projetado o Bairro Comercial.
Inicialmente, a avenida perpendicular à estação - a Avenida Santos Dumont - foi idealizada como um bulevar de 50 metros, e ela tinha "...passeios de 4 metros, junto aos prédios, via dupla para carro e tramways, dois renques
de árvores frondosas com passeios, e, no centro, estrada areiada, de 8 metros de largura, para cavalleiros".
Esta largura extraordinária de 50 metros, foi diminuída para 35 metros, ficando, a mesma, restrita apenas para a grande avenida que conduzia ao Alto do Cruzeiro - a Avenida Afonso Pena.
A avenida do Comércio desembocava em uma praça - a atual Praça Rio Branco (da Rodoviária), junto ao ribeirão, onde se reservou um espaço para o futuro teatro que não foi implantado Nela foi construído o Mercado Municipal, depois Feira de Amostras e por fim a Estação Rodoviária.